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As doenças mais comuns na Infância




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As 3 principais doenças da infância e seus tratamentos

Existem diversos tipos de doenças que acometem as crianças, principalmente na sua fase pré-escolar. Nessa faixa etária a criança está susceptível a diversas doenças, podendo essas serem enquadradas basicamente em:

  1. Doenças carenciais: Não absorção de algum tipo de substância necessária ao organismo;
  2. Infecções das Vias Aéreas: Doenças virais ou bacterianas que atinge qualquer parte das vias respiratórias;
  3. Diarreia e desidratação

Essa tríade pode ser evitada pelo simples acompanhamento adequado da criança pela Unidade de Saúde da Família mais próxima através da Política Nacional de Atenção à Saúde da Criança.

Hoje iremos conhecer mais acerca da diarreia aguda e desidratação, comuns na infância, e como proceder quando a criança apresentar uma dessas complicações.

DIARRÉIA AGUDA


A diarreia  aguda na infância tem grande magnitude no Brasil devido a parte da população viver em condições precárias sem esgotamento sanitário e instrução.

Caracteriza-se pela perda de água e eletrólitos, aumento do volume e frequência das evacuações, além das fezes apresentarem uma menor consistência do que o habitual. A diarréia é causada por um agente infeccioso, com duração menor que 2 semanas. As complicações que causam a morte são a desnutrição e desidratação devido ao grande fluxo intestinal do quadro de diarréia aguda que reduz a absorção de nutrientes e líquidos advindos dos alimentos ingeridos.

Causadores comuns: Vírus (Rotavírus, Adenovírus); Bactérias (Salmonella, Staphylococcus); Parasitas (Ascaris, Giardia lambia).

 DESNUTRIÇÃO

Termo que designa o déficit de proteínas e calorias na dieta, podendo ser originado por vários fatores como absorção inadequada (exemplo a diarreia pelo fluxo rápido do alimento) ou ingestão insatisfatória (no sentido de qualidade e não quantidade). Os fatores que infuenciam numa boa dieta são:

  1. Nível socioeconômico;
  2. Condições ambientais;
  3. Baixo nível mental da mãe;  
  4. Privação afetiva;

  •  Tipos
  1. Marasmo: Baixa quantidades de calorias ingeridas no dia (vária de acordo a faixa etária) e baixa ingesta de proteína devido a baixa qualidade e quantidade dos alimentos. O marasmo acomete normalmente as criança maiores de 1 ano e essas apresentam grande emagrecimento.
  2. Kwashiorkor: Baixa ingestão de proteínas. Acomete principalmente crianças de 1-4 anos e essas apresentam edema de face e cabelos quebradiços.
  3. Marasmo-Kwashiorkor: As crianças com esse tipo de desnutrição sofrem deficiências importantes de proteína e calorias. Nessa categorias vários sistemas são afetados e há o aparecimento de lesões cerebrais levando ao déficit cognitivo.


DESIDRATAÇÃO

Acomete em maior proporção as crianças menores de 1 ano devido a maior proporção de água em seu corpo. Pode ser causada por diarreia, vômitos, infecções ou desnutrição (fator predisponente). Com base nos sinais e sintomas a criança, na unidade de saúde, é classificada e tratada com Soro de Reidratação Oral (SRO) segundo os seguintes planos:

  1. Plano A - Diarreia sem desidratação;
  2. Plano B - Diarréia e alguns sinais de desidratação; 
  3. Plano C - Diarreia com desidratação grave.


Aos que procuram uma orientação sobre alguma dessas complicações acima o mais recomendado é a procura imediata de uma unidade de saúde, pois os casos acima são passiveis de grande complexidade causal, como por exemplo a diarreia, porém são passíveis de medidas que possam melhorar as condições de tratamento de modo a retomada do equilíbrio do organismo o mais rápido possivel. Contudo, para que isso ocorra, faz-se necessário o acompanhamento de um profissional de saúde capacitado e, no caso de crianças, de uma mãe dedicada a seguir todas orientações passadas a ela.
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Principais tipos de curativos e suas indicações para feridas



O curativo tem o objetivo de proteger uma lesão, firmar ou mobilizar a ferida. Além de absorver a drenagem, evitar a contaminação, favorecer hemostasia, desbridamento e propiciar ambiente ideal para cicatrização. Um curativo pode conter até duas coberturas sendo elas:

1-Primária: Fica em contato direto com a lesão;
2 -Secundária: Fica acima da primária, servindo de uma proteção extra a lesão.

Troca de curativo:

A ferida deve ser manipulada do meio menos contaminado para o mais contaminado, destaca-se que normalmente  o Soro Fisiológico 0,9% (SF 0,9%) é utilizado como solução de irrigação.

Tipos de curativos:

Devido a existência de feridas com diversas características, tais como as contaminadas, secas, sanguinolentas, necrosadas, limpas etc, e que muitas vezes essas características apresentam-se combinadas entre si, existe uma infinidade de curativos para o tratamento dos mais diversos tipos de ferimentos. A seguir listaremos os principais tipos de curativos, que abrangem a maior parte das lesões mais comuns, acompanhados de um sucinto resumo de suas indicações, orientações e troca.

HIDROGEL: Para feridas secas (com ou sem necrose). Preenche os espaços mortos e promove desbridamento. Deve ser trocado no espaço de tempo de 8 a 48 horas.

Ácido Graxos Essênciais (AGE): Para todos os tipos de lesões, desde que não tenham sido desbridadas recentemente. Promove quimiotaxia para os leucócitos e mitose celular estimulando a formação de tecidos de granulação. Também mantém a umidade.

HIDROCOLÓIDE: Para feridas sem ou com moderado exudato e que não estejam infectadas. Promove desbridamento, protege da contaminação e dispensa curativo secundário. Promove a formação de tecidos de granulação e epitalização. A troca deve ser realizada no espaço de 7 dias.

ALGINATO DE CÁLCIO: Para feridas com muito exudato ou com sangramento. O alginato oblitera espaços mortos e absorve o exudato, além de promover a homostasia. Requer cobertura secundária. Troca pode ser feita entre 12 horas a 14 dias.

PAPAÍNA: Enzima extraída do latex da caricapayna, é indicada para tratamento de tecido necrótico, principalmente naqueles com crosta. Somada a ação desbridante, a papaína também tem ação bactericida. No seu uso, irriga-se a ferida com a concentração adequada ao quadro de gravidade, sendo preconizado 10% (tecido necrosado), 6% (presença de exudato purulento), 2% (pouco exudato).

CARVÃO ATIVADO: Para feridas infectadas e com exudato.

FILME COM MEMBRANA DE POLIURETANO: Para lesões profundas e não infectadas.

Considerações Finais:

Vale ressaltar que o tipo de curativo e o tempo de troca dos curativos poderá variar para mais ou para menos a depender do quadro clínico de cada paciente, cabendo exclusivamente ao profissional de saúde estabelecer a melhor terapêutica ao paciente em questão, mesmo que seu tratamento esteja sendo domiciliar.
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Informes - A volta dos que não foram

Boa noite pessoal, estou fazendo um post rápido para avisar a todos que estou retornando lentamente ao blog, sei que estou em falta com os que acompanham o site, mas a vida academia estava e está corrida, ainda mais agora com monografia. Nesse tempo que sumi já fiz algumas produções textuais para publicação, participei do projeto PET Saúde Mental, iniciei curso de inglês e extracurricular e monografia, dentre outras tarefas extras que não se restrigem apenas aos estudos, afinal não sou de ferro hehehe.

Pois bem chega de papo, como já disse antes estou voltando aos poucos, de inicio estou restaurando todos os arquivos de download do blog para que fique a disposição de todos. Estou começando com os mais procurados, creio que em uma semana esteja tudo nos conformes. Depois irei retornar as postagem dos conteúdos que aprendi ao decorrer de minha formação.

Bem, conto com o auxilio de todos, como sugestão, colaboração com texto e arquivos e incentivo, afinal, não custa deixar um recado falando… legal… \o/
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Download - Brunner e Suddarth: Tratado de Enfermagem Médico-Cirúrgica


tratado brunner
Livro - Brunner e Suddarth: Tratado de Enfermagem Médico-Cirúrgica
Esta excelente fonte de aprendizagem, de grande aceitação no Brasil, oferece agora mais oportunidades para você compreender e melhorar sua função no cuidado de enfermagem aos clientes adultos no processo de saúde e doença.
A meta do tratado é fornecer atenção balanceada para a arte e a ciência da enfermagem médico-cirúrgica para o adulto. O texto focaliza os conceitos fisiológicos, fisiopatológicos e psicossociais, na medida em que eles se relacionam com o cuidado de enfermagem, com ênfase sobre a integração de vários conceitos de outras disciplinas, como Nutrição, Farmacologia e Gerontologia. Ao longo de todo o livro, foram enfatizadas, em particular, a abordagem do cuidado de enfermagem e as necessidades de cuidados de saúde das pessoas com incapacidades, as quais foram identificadas, em 2005, pelo U. S. Surgeon General como uma prioridade para que os profissionais de saúde do futuro promovam educação e treinamento.

Nome do livro: Tratado de Enfermagem Médico-Cirúrgica
Autores: Brunner & Suddarth
Idioma: Inglês
Tamanho do arquivo: 30,7 MB
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Download - Biologia Celular e Molecular Junqueira

Livro - Biologia Celular e Molecular 6.ed. - Junqueira e Carneiro - Português – pdf

A primeira edição deste livro foi publicada em 1972 sob o título de Citologia Básica, visando complementar o outro livro didático dos autores, "Histologia Básica", no que se refere à estrutura e às atividades celulares. Nas edições seguintes, a quantidade de informações sobre as células no Histologia Básica foi muito aumentada, porém ainda continuam insuficientes para um conhecimento mais amplo das funções celulares, o que é necessário para o estudo dos tecidos e da estrutura dos órgãos. Ao mesmo tempo, os conhecimentos sobre as células aumentaram vertiginosamente, de tal modo que o termo Citologia deixou de ser usado pelos diversos autores, sendo mais apropriado para os livros dedicados ao estudo das células a designação, hoje usada por todos os autores, de Biologia Celular e Molecular, designação que foi também adotada pelos autores. Vinte e cinco anos depois da primeira edição, os desafios continuam os mesmos, porém aumentado, já que está 6ª edição é de 1997.

Apesar de esta ser uma edição um pouco mais antiga, dá para se consultar e tirar algumas dúvidas.



Nome: Biologia Celular e Molecular  6ª d

Autor: José Carneiro; Luiz  Junqueira
Tamanho: 24,9 MB

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Tuberculose Pulmonar: Etiologia e Transmissão

  • ETILOLOGIA

tuberculose transmissãoA tuberculose pulmonar é uma doença infecciosa de evolução crônica comprometendo os pulmões. O gênero Mycobacterium são bacilos retos ou ligeiramente curvos que não formam esporos, esses bacilos possuem alto teor de lipídios presente na sua cápsula que leva a resistência a soluções contendo álcool ou ácido, porém ele é facilmente destruído por agentes físico, tais como o calor. Seu metabolismo é voltado para a construção dessa cápsula.

Aeróbico, duplica sua população entre 18h à 48h dependendo do pH, O2  e nutrientes do meio onde se encontra.

 

O Mycobacterium tuberculosis é dependente de parasitismo, pois não se apresenta livre na natureza.

 

Sua transmissão se dá por vias aéreas, facilitada pela aglomeração, tendo baixa morbidade que com o crescimento lento provoca doença de curso lento e crônico em indivíduos com baixa imunidade, pois os bacilos de Koch (Mycobacterium tuberculosis) não conseguem romper epitélio e infectar por suas próprias custas já que não possuem toxinas.

 

  • TRANSMISSÃO

 

Com a descoberta do bacilo por Koch (1882), introdução de diagnostico, aplicação da radiologia pulmonar e estudos epidemiológicos, foi possível a realização de densos estudos sobre a transmissão humana do M.tuberculosis.

Um desses estudos foi realizado para demonstrar que os bacilos sobreviviam algum tempo foda do organismo foi realizado um experimento em uma enfermaria que possuía pacientes eliminadores de bacilos no escarro em confinamento e que nos ductos de ar possuía animais não infectados pelo bacilo. Após certo período de experiência pode perceber que os animais foram infectados  comprovando assim a teoria.

 

Modelos in vitro os bacilos se comportavam de duas maneiras se depositavam no chão ou levitavam. Das que levitavam apenas as que ressecavam apresentavam característica aerodinâmica semelhante as dos gases (gotículas de núcleos de wells). No trajeto para chegar nos alvéolos, ao passar pelos bronquíolos os bacilos são eliminados pelo sistema mucociliar ou caem no sistema digestório e apenas os que conseguem chegar ao nível dos alvéolos terão possibilidade de casar uma infecção.

 

tuberculose gotículas

 

As relações entre bacilo, foco transmissor (doente) e seus contatos como maior quantidade de escarro , bacilos, tosse interferem sobre a comunicabilidade do bacilo de Koch, já que estudos relatam que quanto maior numero de tosse maior também será o numero de infectados e que pacientes com melhora de estado nutricional tendem a apresentar tose mais vigorosa levando assim a uma maior transmissão do M.tuberculosis.

 

Para uma infecção bem sucedida o tempo de exposição tem que ser no mínimo de 100 a 200 horas, quanto mais demorada a convivência maior a possibilidade de transmissão, com isso surge a necessidade de investigação dos contatos mais próximos. O contagio depende da relação entre o foco e o contato, sendo os contatos mais infectados os intradomiciliares e os íntimos. A infecção e a doença são mais comum entre indivíduos de baixa idade ou idosos, portadores de doenças imunossupressoras e os tuberculinos negativos, este ultimo é explicado, pois a presença de hipersensibilidade protege da reinfecção exógena quando exposto a um pequeno numero de partículas infectantes.

 

O tratamento interfere no contágio, já que nas 1ª semanas do tratamento a uma redução de bacilos eliminados pelo escarro. Nas gotículas ressecadas o medicamento também interfere a nível de multiplicação e sobrevida da bactéria impedindo assim o contágio. 

Ambientes mais ventilados, com troca de ar constante leva a uma maior segurança de prevenção, visto que 1% das gotículas suspensas conseguem sobreviver por algumas horas no ambiente.

 

Para  uma quebra na cadeia epidemiológica e tratamento eficaz  é necessário um diagnostico precoce que infelizmente no Brasil ainda não tem sido praticado como deveria.

 

Próximo post sobre tuberculose irei abordar a patogenia e a etiologia da Tuberculose Pulmonar. Já conhecem o fórum do Enfermagem… A Arte do Cuidar? Pois bem confiram o fórum que estou montando para todos nós partilharmos conhecimento. Acesse e confira e colabore: Fórum Enfermagem... A Arte do Cuidar.

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Tuberculose Pulmonar

Mycobacterium tuberculosisBem, após um semestre puxado o qual fez eu diminuir a frequência das atualizações no blog, aqui estou eu novamente para compartilhar com todos os conhecimentos que adquirir durante esse período de ausência do Enfermagem... A Arte do Cuidar. Para ter um retorno a altura irei começar com uma doença que é a mais comum da humanidade, isso segundo Veronesi, ela é a Tuberculose.

  • INTRODUÇÃO
 A tuberculose é a doença mais comum da humanidade, tendo como agente etiológico a Mycobacterium tuberculosis. Em 1970 mesmo com a descoberta de potente quimioterapia os casos de tuberculose cresceram sendo os fatores que explicam essa situação a relação da bactérias com os portadores de HIV; ampliação da miséria; aumento da longevidade e deterioração da saúde. Possivelmente os humanos se infectaram por ingestão de carne e leite contaminados e aos poucos os bacilos (Mycobacterium boi) se mutaram para uma melhor transmissão.
 
Endêmica na antiguidade espalhou-se pelo mundo através do colonialismo e expansionismo. Durante as guerras mundiais a epidemia chegou ao ápice nas américas.
 
As condições dadas para que a microbactéria evolui-se foram os aglomerados humanos com subnutrição, já que é um ambiente que proporciona fácil propagação e baixa imunidade dos presentes, caracterizando uma população de baixo poder socioeconômico que no período colonial se refere aos  escravos.
 
  • EPIDEMIOLOGIA
 Com a redução de incidência e prevalência, uso de vacina (BCG) e descoberta de medicamentos, deu a ilusão de controle da tuberculose. Em 1970 os países ricos apresentavam uma queda e controle de casos, enquanto os países pobres enfrentavam uma epidemia. Este panorama pode ser observado ao analisar os dados da época referente a tuberculose, os quais mostram que a cada ano eram infectados 100 milhões de pessoas, onde 21% pertenciam aos países ricos, com maior incidência em idosos e 70% aos países pobres com maior incidência na faixa etária de 15 a 59 anos. O numero de óbitos nessa época nos países ricos girava em torno de 1,3%, enquanto nos países pobres chegava a alarmantes 98,7%.
 
Nos países médios a dificuldade e estaria relacionada a integração com as diversas estruturas sanitárias e o sucesso depende também da participação de especialistas.
80% dos casos de tuberculose no mundo concentram-se nos países assinalados em tons de vermelho. Fonte: OMS (2007)
80% dos casos de tuberculose no mundo concentram-se nos países assinalados em tons de vermelho. Fonte: OMS (2007)
 
Atualmente o panorama da tuberculose no mundo é que ela é uma doença “reemergente” nos países ricos e “permanente” nos países pobres.
 
Na próxima postagem sobre tuberculose pulmonar estarei trazendo a etiologia do bacilo e a transmissão.
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II Simpósio de Saúde Mental


O consumo de drogas vem tomando proporção de grave problema de saúde pública no Brasil, pela relação comprovada entre o uso e agravos sociais que dele decorrem ou que o reforçam, encontrando ressonância em diversos segmentos da sociedade. Neste sentido, reconhecemos a importância de investirmos na formação de profissionais para atuar no campo específico da saúde mental, sendo essencial a qualificação dos profissionais em serviço e formação dos estudantes de graduação dos diversos cursos da área de saúde na perspectiva do trabalho interdisciplinar, visando atender às necessidades do Sistema Único de Saúde e da Política Nacional de Atenção á Saúde Mental. No dia 10 de outubro comemora-se o Dia Mundial da Saúde Mental e, nesse contexto, convidamos a todos para participarem do II Simpósio de Saúde Mental da UESB que ocorrerá nos dias 13 (18 ás 21:30h) e 14 (8 ás 18h) de outubro de 2011, no auditório Waly Salomão - UESB/Jequié.

As inscrições serão realizadas no dia e no local do evento a partir de 1kg de alimento. A incrissão de trabalhos cientificos a serem apresentados no II Simpósio deverá ser feita enviando um resumo em arquivo .doc para o e-mail simposiosmuesb@gmail.com até o dia 30/09/2011, ás 23h59min.

As duas areais temáticas para as produções são:
Área Temática 1: O cuidado à família que vivencia situações de sofrimento mental. Atenção á Saúde Mental de Grupos Populacionais. Dispositivos de Cuidado em Saúde Mental. Política de Atenção á Saúde mental. Rede de Atenção em Saúde Mental.

Área Temática 2:  O enfrentamento do uso abusivo de Crack, Álcool e outras Drogas: O Sistema Único de Saúde. Políticas Públicas. Planejamento e Gestão em Saúde Mental. Rede de Atenção.


Para maiores informações acessem a página do II simpósio de Saúde Mental link a seguir: http://www.uesb.br/eventos/saude_mental/index.php

Contamos com a presença de todos! 
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Download - NANDA 2007-2008

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Livro - Diagnósticos de enfermagem da NANDA Definições e classificação 2007-2008

Diagnósticos de enfermagem da NANDA Definições e classificação 2007-2008, livro indispensável para todos aqueles que trabalham na área de enfermagem, traz 187 diagnósticos, dos quais 15 são novos e 26 revisados. Os diagnósticos seguem a Taxonomia NNN da Prática de Enfermagem e apresentam Definição Características definidoras Fatores relacionados Fatores de risco. Apesar de versão antiga ainda é muito útil para todo estudante de enfermagem, bons downloads!

Bônus: Dicionário de termos Médicos e de Enfermagem

Nome: Diagnósticos de enfermagem da NANDA Definições e classificação 2007-2008
Autor: NANDA
Tamanho: 2,3 MB
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Vídeo - Hepatites, epidemia ignorada

Hepatites, epidemia ignorada é uma excelente série de reportagens apresentadas pelo fantástico recentemente que mostra a realidade da Hepatite no Brasil, e deixa até transparecer o descaso que o governo dá a essa doença. Para quem não viu ou queira rever acompanhe as 3 partes nos vídeos a seguir.

 

 

 

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Aproveitando o tema da postagens venho indicar a vocês um excelente blog sobre hepatite C, chamado "Animando-C" que pertence a "Ana Flor", clique aqui e confira!

 

Para terminar, deixo aqui uma cartilha sobre hepatites da BVS: Clique Aqui!

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Valores do século XXI

Quino, o cartunista argentino autor da Mafalda, desiludido com o rumo deste século no que diz respeito a valores e educação, deixou impresso no cartum o seu sentimento... Confiram...

 

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As imagens dizem tudo…

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Download–Metodologia cientifica: Eva Maria Lakatos


Download - Livro Metodologia cientifica: Eva Maria Lakatos

Esta Obra demonstra que há diferenças essenciais entre o conhecimento científico e o senso comum. Métodos, teorias e hipóteses científicas são discutidos dentro de critérios bem definidos. O propósito é mostrar que a ciência não é o único caminho de acesso ao conhecimento e à verdade, mas que se diferencia de todos os outros pela sua sistematização.

Nome: Metodologia cientifica
Autoras: Eva Maria Lakatos e Marina de Andrade
Tamanho: 13,2 MB

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Curso SENAD de capacitação para conselheiros e líderes comunitário

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A partir do dia 13 de junho até o dia 30 de junho de 2011 estarão abertas as inscrições para a 4ª edição do Curso Prevenção ao Uso Indevido de Drogas – Capacitação para Conselheiros e Lideranças Comunitárias, promovido pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas – SENAD do Ministério da Justiça. O Curso será executado pela Secretaria de Educação a Distância (SEaD) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

 

O curso será ofertado na modalidade de Educação a Distância – EaD, com carga horária de 120 horas, durante um período de 03 meses, para 15.000 conselheiros municipais e líderes comunitários de todo o Brasil, com o intuito de fortalecer a atuação em rede para a prevenção da violência e da criminalidade relacionadas ao uso indevido de drogas. O curso é gratuito e oferece certificado de extensão universitária emitido pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

 

Poderão participar Conselheiros atuantes nos Conselhos Municipais de Segurança, Sobre Drogas, Tutelar, Direitos da Criança e do Adolescente, Educação, Saúde, Assistência Social, Conselhos Escolares, Juventude, Idoso e Trabalho, Conselho de Segurança Comunitária e Líderes Comunitários atuantes em ações de prevenção ao uso de álcool e outras drogas.

 

O conteúdo do curso foi elaborado por especialistas da área e reúne informações atualizadas sobre: classificação das drogas e seus efeitos, padrões de consumo de drogas, tratamento, redução de danos, prevenção ao uso de drogas, legislações, políticas públicas sobre drogas e outros assuntos correlatos.

 

Após o processo de triagem dos inscritos, os alunos selecionados receberão uma mensagem eletrônica, da Universidade, solicitando que eles efetivem a sua matrícula e comunicando outras orientações sobre o curso.

 

Obs.: embora diga ser só para conselheiros e lideranças, da ficha de inscrição se percebe espaço para interessados por razões diversas. Caso de dúvidas na inscrição ligar para Tel.: (48) 3952-1900 ou (48) 3952-1965.

 

Clique aqui para fazer sua inscrição

Universidade Federal de Santa Catarina
Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas
Ministério da Justiça

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Anticoncepcional para homens: 100% de eficácia

Polímero usado no RISUG (Fonte da imagem: Male Contraception Information Project)Diferente do que acontece nas mulheres, que produzem apenas um óvulo durante o ciclo reprodutivo, os homens são “máquinas de espermatozoides”. Portanto, produzir um método contraceptivo que tenha a mesma eficácia da pílula é uma tarefa desafiadora e complicada.

Entretanto, um anticoncepcional produzido na Índia pelo cientista Sujoy Guha parece ter resolvido o problema. Uma injeção chamada RISUG (reversible inhibition of sperm under guidance, ou “inibição reversível de espermatozoides sob orientação”) traz eficácia de 100% e funciona durante 10 anos, garantem os testes.

Diferente do que acontece na vasectomia, o médico responsável não corta os canais de comunicação do espermatozoide até a “liberdade”. Porém, você vai precisar receber uma injeção no local (ok, nada agradável), para que os polímeros estejam bem localizados na hora de destruir os “nadadores” masculinos.

Esses polímeros, carregados positivamente, ficam sempre naquele lugar onde foram injetados, porém sem bloquear a passagem do líquido seminal. Todavia, se algum espermatozoide passar por ali, este é destruído, uma vez que possui um carga negativa. É essa diferença de polaridade que não dá chance aos reprodutores masculinos, porém não traz nenhum efeito colateral.

Para reverter o processo, basta que a pessoa volte ao consultório e repita o mesmo procedimento das injeções, dessa vez com medicamentos capazes de destruir os polímeros localizados nas paredes dos canais.
Funcionamento do RISUG (Fonte da imagem: Male Contraception Information Project)

Apesar de trazer mais benefícios do que uma intervenção cirúrgica, o RISUG não conta com apoio maciço das empresas farmacêuticas, uma vez que é barato e em dose única, que dura por muito tempo. Entretanto, uma fundação privada está buscando por aprovação do produto nos Estados Unidos.

Enquanto isso, a última fase de testes será realizada na Índia (apenas com pacientes indianos), antes que o RISUG seja aprovado no país. Caso os testes sejam bem sucedidos, o medicamento será liberado para o resto da Índia nos próximos anos.

Fonte: Tecmundo.com
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Download - Manual Pratico de Técnicas de Enfermagem

Fazia tempo que estava necessitando de um material como esse, e finalmente encontrei! É o Manual Pratico de Técnicas de Enfermagem essencial para todos estudantes de Enfermagem que iniciaram estágios em clínica médica. O manual é composto de 196 paginas em PDF e com sumário pra facilitar a busca de conteúdo. Alguns conteúdos presentes são:

CURATIVO
LAVAGEM INTESTINAL
SONDA NASOENTERAL
CATÉTER NASOFARÍNGEO
CÂNULA NASAL (ÓCULOS)
NEBULIZAÇÃO
INALAÇÃO
ASPIRAÇÃO
SONDA
EXAME FÍSICO

Esse são exemplos do conteúdo, tem muito mais coisas com seus respectivos procedimentos e materiais.

Tamanho: 0,7 MB
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Download - Bases Patológicas das Doenças (Robbins)


Bases Patológicas das Doenças - Kumar, Abbas, Fausto - português


É um livro clássico que se mantém há seis edições consecutivas como a referência mais abrangente e consistente sobre o estudo da fisiopatologia e dos processos das doenças. O conteúdo foi extremamente revisado e teve algumas partes inteiramente reescritas. Dentre as novidades do livros estão -Total reorganização de assuntos para facilitar ainda mais o estudo. - Aborda as mais recentes descobertas científicas que facilitam a compreensão dos processos patológicos, incluindo aspectos celulares, moleculares e genéticos. - Mais de 1600 ilustrações, sendo 30% exclusivas desta 6° edição. - Inclusão de novos diagramas e desenhos que permitem um entendimento ainda maior dos conceitos apresentados.

Senha:   open

Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4
Parte 5
Parte 6
Parte 7

Baixe todas as partes e extraia a Parte 1

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Brasil comemora 10 de reforma psiquiátrica

Brasil comemora dez anos da reforma psiquiátrica com avanços na assistência à saúde mental pelo SUS.

No mês em que o Brasil comemora a primeira década da lei que formalizou a Reforma Psiquiátrica no país, o Ministério da Saúde apresenta avanços na assistência aos brasileiros com transtornos mentais e habilita mais 19 municípios no programa De Volta Para Casa. As ações previstas no programa estão inseridas em um conjunto de medidas integradas de atendimento, tratamento e amparo aos pacientes com este tipo de diagnóstico médico. A Portaria 769 que habilita os 19 municípios – localizados em cinco estados das regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste – publicado no Diário Oficial da União da última quinta-feira (14).

O programa De Volta Para Casa foi criado pelo governo federal em 2003 e já beneficia mais de 3,7 mil brasileiros em 614 municípios, que devem solicitar adesão à medida. O programa consiste em um auxílio financeiro mensal (per capita) de R$ 320 para os pacientes que receberam alta hospitalar após um histórico de internação psiquiátrica. Só em 2010, o Ministério da Saúde – coordenador da Política Nacional de Saúde Mental, que é executada pelas secretarias municipais de saúde – investiu R$ 13,8 milhões no programa De Volta Para Casa. Confira, ao final do texto, a relação dos 19 municípios habilitados a receber o benefício.

A REFORMA – Nos últimos dez anos, o Sistema Único de Saúde (SUS) avançou na assistência e no tratamento aos brasileiros com transtornos mentais. A reforma psiquiátrica, iniciada há cerca de vinte anos e formalizada pela Lei 10.216/01, impulsionou a construção de um modelo humanizado de atenção integral na rede pública de saúde, que mudou o foco da hospitalização como centro ou única possibilidade de tratamento aos pacientes.

Consciente que este é o modelo mais adequado para o cuidado dos pacientes, o governo federal – coordenador das políticas nacionais de saúde – introduziu no SUS novas medidas complementares de tratamento aos brasileiros com transtornos mentais, inclusive a dependentes químicos, sem desconsiderar a assistência hospitalar para os casos em que o diagnóstico médico demanda tratamento medicamentoso e internação.

“As internações hospitalares devem, portanto, serem vistas dentro de uma concepção ampliada de atendimento, que vai desde a assistência primária (em unidades básicas de saúde ou por meio de equipes de Saúde Família) até o atendimento mais especializado nos Centros de Atenção Psicossocial”, afirma o coordenador de Saúde Mental do Ministério da Saúde, Roberto Tykanori.

OS AVANÇOS – Atualmente, a atenção especializada em saúde mental é oferecida no SUS por meio de 1.620 Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) implementados em todos os estados. Essa quantidade de CAPS é quase quatro vezes maior que em 2002, quando o país contava com 424 Centros.

“Os CAPS reforçam a rede integrada de atenção em saúde mental. São locais preparados para o cuidado e a reabilitação dos pacientes – inclusive, os dependentes de álcool e drogas – contribuindo para a reinserção desses brasileiros à sociedade”, explica Roberto Tykanori.

As equipes que atuam nos Centros são formadas por médicos psiquiatras, enfermeiros, psicólogos, assistentes sociais, terapeutas ocupacionais e outros profissionais de saúde. Só nos CAPS, foram registrados, em 2010, 21 milhões de atendimentos ambulatoriais em saúde mental – 50 vezes maior que a quantidade deste tipo de assistência prestada em 2002 (423 mil procedimentos). Especificamente para crianças e adolescentes, os atendimentos nos CAPS infantis saltaram de 12,2 mil, em 2002, para 1,2 milhão, ano passado.

REDE DE ASSISTÊNCIA – Além dos CAPS, a rede de atenção integrada em saúde mental também conta com os atendimentos oferecidos por meio das Equipes de Saúde da Família (quase 32 mil equipes em todo o país), das Casas de Acolhimento Transitório (CATs), dos Consultórios de Rua e das Comunidades Terapêuticas.

“A concepção de atendimento humanizado e em rede tem como foco o respeito aos direitos civis e à liberdade dos pacientes”, destaca Roberto Tykanori. “Este conceito representa uma mudança de postura, que privilegia o convívio com a família e a comunidade”, completa o coordenador nacional de Saúde Mental.

Na rede hospitalar, estão disponíveis 32.735 leitos. A eles, somam-se outros cerca de dois mil leitos nos CAPS, nas CATs e nas Comunidades Terapêuticas. Todos eles recebem recursos financeiros do governo federal.

O gráfico abaixo demonstra que a assistência à saúde mental no SUS está afinada aos princípios da reforma psiquiátrica:

 
INVESTIMENTOS CRESCENTES – Além de inserir todas essas possibilidades de tratamento em saúde mental no SUS, o governo federal também aumentou em 31,85%, em 2009, o valor das diárias pagas por paciente internado.

Além disso, foi criado, neste mesmo ano, um incentivo financeiro para internações curtas (de até 20 dias), cujos valores aumentaram até 20% – um impacto anual de R$ 170 milhões no orçamento do Ministério da Saúde. De 2002 a 2011, os recursos federais destinados à Política Nacional de Saúde Mental cresceram três vezes (quase 200%) – saltando de R$ 620 milhões para R$ 1,8 bilhão ao ano. 

 Fonte: Ministério da Saúde

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Imunidade Inata e Adquirida

As defesas imunes podem ser divididas em duas categorias: Inata e adquirida, lembrando que a principal função do sistema imune prevenir ou limitar o avanço de infecção por microorganismos.

 

Para um melhor entendimento deste artigo leia:

 

 

  • Imunidade Inata

 

LinfócitoÉ a resistência que existe previamente à exposição do micróbio (antígeno), sendo uma defesa não-especifica (inclui como defesa, pele, membranas e células NK). O ramo inato realiza duas funções principais em nosso organismo: Matar os micróbios invasores e ativar o processo de imunidade adquirida.

 

Alguns componentes do ramo inato, como os neutrófilos, tem a capacidade de somente matar os microorganismos, enquanto outros, como os macrófagos e as células dendriticas, realizam ambas funções, ou seja, anulam e apresentam antígenos às células T auxiliares que por conseguinte ativam a imunidade adquirida.

 

Os componentes do ramo inato possuem receptores-padrão de reconhecimento que identificam o padrão molecular presente na superfície de micróbios (ausente em células humanas), com essa estratégia o ramo inato não necessita possuir receptores altamente específicos para reconhecer o agente patógeno.

 

Dois exemplos importantes desse padrão de reconhecimento são:

 

  1. Endotoxina é um lipopolissacarideo (LPS) encontrado na superfície da maioria das bactérias gram-positivas, mas ausente em células humanas. Sendo que o LPS pode causar choque séptico decorrente da sua porção A, levando a morte do paciente. Ele é reconhecido pelo receptor CD14 presente no macrófago que irá estimular o receptor TLR4 (toll like receptor) estimulando a produção de citocinas culminando na ativação das células T auxiliares por meio da B7.

    

    2. Muitas bactérias possuem um polissacarídeo chamado manano, também ausente em células humanas, nestes caso o receptor MBL liga-se ao manamo resultado na morte do micróbio.

 

A defensinas são outros importante componente da imunidade inata, elas são peptídeos altamente carregados positivamente (catiônicos) que criam poros na membrana bacteriana matando-as. As criptas intestinas possuem neutrófilos e células paneth com  α-defensinas, enquanto o trato respiratório possui neutrófilos e células paneth com β-defensinas.

 

Inata e adquirida

 

  • Imunidade Adquirida

 

Ocorre após a exposição a um agente sendo aumentada sob exposição repetida tendo como característica um reconhecimento especifico.

Essa imunidade é mediada por linfócitos T, chamados de células T (CD4+) auxiliares e células T citotóxicas (CD8+), podendo ser está imunidade ativa ou passiva. Vale ressaltar que o ramo adquirido somente poderá ser ativado após o ramo inato ter reconhecido o agente patógeno.

 

Imunidade Ativa (Natural): É a resistência induzida após o contato com antígenos estranhos, produzindo assim uma resposta imune ativa consistinda em anticorpo e na ativação das células T auxiliares e citotoxinas. Sendo a sua vantagem de longo tempo presente na memoria imune e desvantagem o seu inicio lento.

 

Imunidade Passiva (Artificial): É a resistência baseada em anticorpos pré-formados em outros organismos, como exemplo temos a vacina. Na imunidade passiva pode se injetar anticorpos contra tétano para evitar toxicidade e anticorpos contra vírus em estado de incubação para evitar multiplicação. Vale lembrar que a imunidade passiva não se dá apenas através de vacinas, outra forma dessa imunidade é a passagem de Ig G para o recém-nascido através da amamentação.

 

Ativa e Passiva

 

A principal vantagem da imunidade passiva é a disponibilidade imediata de grandes quantidades de anticorpos e sua desvantagem é a curta duração de vida útil.

 

Imunidade Ativa-passiva: Implica na administração de anticorpo pré-formado (proteção imediata) e de uma vacina (proteção a longo termo). Necessita-se ter grande atenção na sua administração, pois deve aplicada em locais distintos do corpo para que não haja interação.

 

Como pode ser notar, a imunidade inata e adquirida se completam, prova disso é que diversas células do sistema imune desempenham funções para ambas categorias, como exemplo temos os macrófagos e as células dendriticas. Ao estudante cabe lembrar, nos momentos dos estudos, que as reações presente no nosso sistema imune muitas das vezes ocorrem não de maneira isolada, mas sim, simultaneamente, mostrando o tão complexo é nosso sistema de defesa.

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Novo alvo para vacina contra AIDS

Uma pesquisa norte-americana publicada pela revista científica “PLoS One” sugere um novo alvo para a vacina contra a Aids. Segundo cientistas do Instituto do Câncer Dana-Farber, um filamento do HIV chamado em inglês de V3 loop pode ser o alvo ideal para a vacina.

Os anticorpos produzidos pelo sistema imunológico que atacam esse filamento conseguem oferecer proteção contra vários subtipos do vírus. Esse é considerado um pré-requisito para qualquer vacina contra Aids, uma vez que os vírus passam por mutações muito rapidamente. Há hoje milhões de diferentes estirpes agrupadas em diversos subtipos genéticos, ou “clados”.

Os cientistas fizeram um anticorpo monoclonal – um preparado de milhões de anticorpos idênticos, retirados de um ser humano positivo para um clado específico do HIV. Em seguida, injetaram os anticorpos em macacos expostos a um clado diferente do vírus. Os pesquisadores já sabiam que os anticorpos se agarrariam a uma porção do V3 loop dos vírus, mas não tinham certeza se isso protegeria os macacos da infecção – o que aconteceu.

“Estudos anteriores mostraram que tais anticorpos conseguem proteger macacos da infecção dentro de um clado; mas à medida que mais clados do vírus da Aids evoluem, não estava claro se tais anticorpos poderiam atravessar para diferentes clados e evitar a infecção. Agora temos uma resposta”, afirmou a Dra. Ruth Ruprecht, autora da pesquisa.

Para transformar a descoberta numa vacina, os cientistas terão de encontrar uma maneira de focar as respostas do sistema imunológico na pequena parte do V3 loop que é compartilhado por vírus de diferentes clados. Assim, o próprio organismo conseguiria gerar os anticorpos contra o vírus.
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Porque ficamos de ressaca?

A ressaca é um conjunto de sintomas da intoxicação que acontece quando você bebe demais. Para absorver e metabolizar um montão de álcool, o organismo tem que se desdobrar e, assim, acaba sobrecarregando todos os órgãos envolvidos no processo. 

O fígado é o que mais sofre – apesar de ele mesmo nunca doer. É desse órgão o trabalho principal de produzir as enzimas que absorvem o etanol. Só que ele demora a entender que deve parar de trabalhar no modo bêbado. 

 Quando o álcool do corpo já acabou, a concentração dessas enzimas ainda é alta – e o fígado “pede” mais álcool para processar. Isso gera um desequilíbrio que desorganiza todo o metabolismo.

O sistema nervoso, que também se adequou ao ritmo bebum do corpo, acompanha a crise de abstinência. O resultado geral é dor de cabeça, desidratação, enjôo, diarréia e extremo cansaço. Sintomas que todo mundo que já bebeu além da conta conhece bem.
      

  • A cura impossível

Não há remédio nem mandinga 100% eficaz. Mas há como aliviar os efeitos de uma carraspana. Veja o grau de eficiência de alguns remédios populares

        
  •  Refrigerante
    
Ingerir qualquer tipo de líquido (sem álcool, é claro) faz bem. Ele facilita o trabalho do fígado e dos rins, que eliminam mais rapidamente os resíduos tóxicos do organismo. Sucos, água-de-coco e isotônicos vão repor não só a água mas também os sais minerais e as vitaminas perdidas. O refrigerante, por ter alto nível de açúcar, também ajuda a suprir o açúcar eliminado pelo álcool.
        

  • Comprimidos
      
Não existe remédio que impeça a intoxicação causada pela ingestão de álcool. Os analgésicos, antiácidos ou anti-histamínicos só ajudam a diminuir o mal-estar.
        

  • Continuar bebendo
       
Tomar mais bebida alcoólica quando se está de ressaca só atrasa a desintoxicação do corpo. Quem apela para esse remédio merece o troféu sorvete na testa.
        

  • Doce
       
Como a bebida diminui muito a glicose e, conseqüentemente, a energia do corpo, repor o açúcar é uma ótima opção. 


  • Síndrome do dia seguinte 

Entenda como o seu corpo responde quando você enche a cara
        
  • Enjôo e diarréia
      
O álcool aumenta a produção de suco gástrico e de secreções intestinais – e irrita a parede do estômago, provocando gastrite alcoólica, queimação e diarréia. Às vezes o mal-estar pode ser tão forte que a pessoa chega a vomitar. “Bebidas mais fortes causam um estrago maior”, diz o médico Jacob Faintuch, da USP.
       

  • Dores no corpo
       
No processo de desidratação que a cachaçada deflagra, perdemos também alguns sais minerais (como o potássio e o sódio) que são muito importantes para a boa estrutura da fibra muscular. Sem eles, os músculos ficam mais sensíveis – e mais suscetíveis à dor.
        

  • Dor de cabeça
     
Por desidratar o corpo, o etanol diminui a coagulação do sangue e desacelera o fluxo sanguíneo no cérebro. Por causa disso, os vasos sanguíneos se dilatam, causando a dor de cabeça.
      
  • Fotossensibilidade 
A irritação dos olhos à luz acontece pelo fato de o seu sistema nervoso já estar bastante debilitado e em “depressão” por conta da intoxicação do álcool. “A retina, que é um prolongamento do nervo ótico, fica mais excitada e se irrita com mais facilidade”, afirma o oftalmologista Pedro Carriconco, da USP.
      
 
  • Sede
       
O etanol tem um alto poder diurético: ele leva os nossos rins a produzir muita urina. Como vamos inúmeras vezes ao banheiro, perdemos uma grande quantidade de água do corpo, que fica desidratado. A desidratação chega aos tecidos e às mucosas e faz com que o corpo clame por água.
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