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Vacina Contra a AIDS

sábado, 26 de setembro de 2009

Da Zero Hora

O sinal verde para os testes da vacina contra a Aids com 16,3 mil pessoas foi dado em 2006.Use Camisinha

Metade dos voluntários recebeu seis doses das duas vacinas em 2006, enquanto metade recebeu um placebo (substância inócua). A partir de então, passaram por testes regulares de HIV durante três anos. Dos que receberam placebo, 74 se infectaram, enquanto apenas 51 dos vacinados adquiriram o vírus. Embora a diferença seja pequena, ela é estatisticamente significativa.Tanto os cientistas quanto a OMS garantiram que esse resultado não poderia ocorrer apenas por casualidade.


Um dos problemas é que não há qualquer garantia de que essa vacina teria o mesmo impacto em outras regiões do mundo. O tipo de HIV encontrado na Ásia não é o mesmo da África.


Em relação ao Brasil, os cientistas admitem que não há provas de que a vacina possa funcionar. Mas confirmam que as esperanças sejam mais otimistas que no caso da África, já que o subtipo de aids encontrado no Brasil também é o B, usado na vacina.


Por que a notícia é importante?


O campo de pesquisa de vacinas contra o HIV vem sendo marcado por decepções. Em 2007, a Merck suspendeu testes de uma vacina que era vista como uma das mais promissoras até então, depois de concluir que não havia diferença nos níveis de infecção entre os vacinados e os que haviam recebido placebo. O último teste combinou duas vacinas que não haviam tido resultados em testes separados. Depois de três anos, a taxa de infecção de HIV foi um terço mais baixa entre os vacinados. Os resultados renovam a esperança de que é possível desenvolver uma vacina eficaz contra a aids.


Como a vacina protege?


O aspecto mais confuso do teste feito na Tailândia é que todos os infectados desenvolveram mais ou menos o mesmo nível de vírus em seu sangue, independentemente de ter recebido a vacina ou o placebo. Normalmente, uma vacina que dá apenas proteção parcial também diminui a carga viral. Por isso, o mais provável é que a vacina não produza anticorpos neutralizadores, como a maioria das vacinas. Tais anticorpos são proteínas em forma de Y, produzidas pelo corpo, que se acumulam sobre os vírus, impedindo que eles se grudem às células e sinalizando ao organismo para destruí-los. Segundo Anthony Fauci, diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos EUA, o mais provável é que os anticorpos produzidos pelas vacinas se acoplem diretamente a células de defesas do organismo, fortalecendo a ação delas contra o HIV.


Qual será o próximo passo?


Ainda há muito trabalho a ser feito antes que uma vacina se torne disponível. É muito pouco provável que uma vacina seja licenciada com uma taxa de sucesso de apenas 30% – pesquisadores têm como meta uma taxa de sucesso de 70% a 80%. Eles terão de trabalhar em cima dos resultados e modificar a vacina para obter uma resposta melhor.

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Rafael Mafagafo já havia dito : A verdade é que eu acho legal o pessoal acessar o site e não deixar um recadinho… eh massa…
eh a mesma coisa que você cagar e não puxar a descarga… porque querendo ou não você usou aquilo, pode ser num momento de merda, mas usou certo? não custa deixar um recadinho falando… legal…

 
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